publicado no dia 10.07.2018, por: Tais Semensato

Migué — uma expressão bem conhecida em Curitiba, mas talvez estranha para você. O migué é a famosa “desculpinha esfarrapada”, o famigerado “caô”, o célebre “furo”, o consagradíssimo “meter o loco” (sendo este último o meu preferido).

Todas expressões usadas para definir uma mentira com o fim de escapar de alguma situação indesejada, seja ela um evento, encontro, reunião, festa ou até mesmo um dia de trabalho.

Um comportamento tão comum que nem chega a impressionar mais. Faltar, sair mais cedo, chegar atrasado, estender o horário do almoço ou do cafezinho e depois dar uma justificativa pessoal para o ocorrido é algo que ocorre em praticamente toda empresa brasileira. Mas você já parou para pensar nas reais consequências desse recurso? Bom, as equipes da Santo Caos e Pimientos, sim. Tanto que desenvolveram um estudo muito curioso e inédito sobre o tema no Brasil.

Constataram que as desculpinhas no trabalho geram consequências muito maiores do que parecem à primeira vista. Nesse estudo, com mais de 900 entrevistados por todo o o Brasil, entre funcionários, gestores e especialistas, chegaram a algumas conclusões interessantes:

Observe esta estimativa feita de acordo com o estudo:

Fonte: eBook Migué: Impactos para empresas e o país

 

12,8 bilhões/ano é um prejuízo que não pode ser ignorado.

As organizações perdem em produção, qualidade, tempo e recursos financeiros, o profissional perde confiança, motivação, credibilidade e arrisca o futuro de sua carreira.

As causas?

Tudo gira em torno da relação entre colaborador e empresa. Manter o equilíbrio é difícil, mas analisando os resultados do estudo é possível chegar a algumas ideias de como mudar este cenário:

O que a sua empresa tem feito para promover estes conceitos?

Se quiser saber mais sobre o estudo, acesse: migue.com.br

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